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Sistemas de pagamento para e-commerce

quinta-feira, 23 julho 2015

Boleto bancário, cartão de crédito, PayPal…Existem várias formas de pagamento para lojas virtuais. Se você já decidiu quais serão as formas de pagamento para o seu futuro e-commerce, após intensos estudos e considerar muitas variantes (preço, condições de instalação, público-alvo etc.), está pronto para entrar em contato com os desenvolvedores, certo? Na verdade, não. Além das formas, há também os sistemas utilizados pela sua loja virtual.

Formas, sistemas…como assim?

Sistemas de pagamento são meios de se receber dos clientes pelos produtos e serviços que eles adquirem do seu e-commerce. Já as formas de pagamento são, como o próprio nome diz, os meios pelos quais os clientes pagam pelos produtos e serviços. Se os clientes podem lhe pagar por meio de cartão de crédito, você deve receber por meio de um sistema que administre essa transação. Simples, né?

Explicadas as diferenças, vamos esclarecer sobre os três sistemas de pagamento mais utilizados: intermediadores, gateways e integração direta. As informações foram retiradas do site E-commerce Brasil.

Sistemas de pagamento para e-commerce

Intermediadores

Os intermediadores de pagamento são sites que se ocupam de administrar os pagamentos de lojas virtuais. Ao comprar algum produto, o cliente é redirecionado para o site do intermediador, no qual deve se cadastrar, selecionar formas de pagamento e adquirir o produto.

É uma boa opção para quem está iniciando, já que tende a ser mais barata do que as outras opções. Além disso, não oferece tantas dificuldades de implantação, já que não existe a necessidade de entrar em contato com redes de pagamento, cartão de crédito, entre outras. Outros pontos positivos são o oferecimento de muitas formas de pagamento, o que tende a aumentar a gama de clientes, e o fato de o intermediário assumir a segurança das transações.

Porém, assim como todos os sistemas, também existem pontos negativos. Ao clicar em “comprar” e ser redirecionado ao site do intermediário, o cliente pode desconfiar do processo e abandonar a compra – e também o site, já que ele é obrigado a sair do seu domínio para realizar a compra. O controle dos intermediários tende a ser muito rigoroso, o que pode bloquear um número significativo de vendas legítimas e sem fraudes. As taxas, de 2% a 8%, cobradas pelo intermediário, também podem atrapalhar.

Gateways

Os gateways (portões) de pagamento são basicamente as “formas virtuais” dos cartões na internet. Para utilizá-los, os clientes são solicitados a inserirem a bandeira do cartão e as informações do cartão que irão utilizar. A partir daí, o gateway se comunica com a rede de aderência e verifica se há saldo. Por fim, a compra é finalizada.

Os gateways são boas opções para quem deseja pagar menos, pelo menos no que diz respeito à implantação do sistema. Além disso, oferece maior controle sobre as transações, já que é o próprio dono do site quem controlará o gateway de pagamento. Eles também mantêm o cliente no site, o que diminui o risco do abandono da transação, e permitem o controle total das fraudes na mão do proprietário.

O principal ponto negativo é a parte burocrática da implantação do gateway. O processo de negociação com os bancos pode atrasar a entrada do site no ar. Os proprietários também têm de pagar duas vezes pelo serviço: pelo uso do gateway e pelos cartões. Por fim, a plataforma do e-commerce deve ser compatível para que o gateway seja instalado.

Integração direta

Nesse sistema, a figura do intermediador ou do gateway não existe. O proprietário do site só tem de arcar com as despesas administrativas das redes de cartão. O cliente, ao acessar a loja virtual e comprar um produto, realiza todas as etapas no mesmo domínio.

O cliente permanece em todas as etapas da compra no domínio do e-commerce. Isso, como no caso dos gateways, tende a mantê-lo no site. Também pode possibilitar mais investimentos em negócios, já que os bancos podem adiantar os valores a serem recebidos pelo proprietário. A tarifação na compra pode ser negociada, também, direto com a adquirente.

Os pontos negativos giram basicamente em torno da questão do preço. Essa opção tende a ser a mais cara de todas, pois necessita de uma equipe para implantar e gerenciar a tecnologia, o que acarretaria em custos de implantação e manutenção. Por conta disso, é desaconselhável a pequenas e até a médias empresas sem muito capital de investimento.

Como você pode observar, não é tão simples escolher qual é o melhor sistema para o seu e-commerce: é preciso estudar e colocar muitos fatores na balança, e uma agência de marketing digital capacitada como a K2 Comunicação pode lhe ajudar!

Willian Casagrande

Jornalista, músico e amante de cafés com pouco açúcar.

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